sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Com mais cor

Após milhares de propostas - não recebidas - para o template do meu blog, chega uma surpresa no meu e-mail hoje. Fiquei saltitantemente feliz quando vi a mensagem de uma menina que não conhecia ainda, mas que resolveu me presentear com lindas ilustrações para colocar aqui.

Obrigada Nina, tudo isso estava muito cinzento até tu chegares.

Créditos da ilustração acima: Nina Roth (clica ali e veja o portifólio da moça).

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Embriagues - #2


Da embriagues da tua beleza
Dos teus olhos boêmios de leveza

À ternura consciente
Um grito dentro da mente

O pedido de perdão
A ti, te dou meu único não.
O melhor momento terminou
E os outros, bom, os outros você fechou.

Na inocente forma de um sorriso
Estava lá uma graça disfarçada
Prendendo o herói em um único riso

De especial te disponho minha lembrança
Um ressoar infinito de beijos perdidos
Carregue entre seus dedos essa herança

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Little Joy

Olha, já fui a muitos shows dos Los Hermanos, muitos mesmo. Até naquele em que apenas fizeram uma participação, onde estavam tocando no Opinião a Graforréia Xilarmônica e aquele casal budista (que não consigo me lembrar do nome). Foi o show em que vi o Amarante e o Camelo em seu estado mais alcoólico. Era impressionante. Cordas da guitarra arrebentando, esquecendo as letras das músicas e ataques de risos constantes. Foi divertido.

Já do Strokes, vi apenas um show. Quase morri de fobia dentro daquele Pepsi On Stage, mas consegui ver algo. Não consegui prestar muita atenção, afinal, eu estava muito preocupada com a minha falta de ar.

Agora vem por ai o show do Little Joy, banda do Fabrizio Moretti (ui), do Amarante (ui²) e da cantora Binki Shapiro (nada de ui). O custo do ingresso é R$ 42,00; e vai ser lá no Opinião no dia 27/01. Vale a pena, creio eu.


Este álbum de estréia deles está delicioso. O charme é a voz preguiçosa do Amarante, um fumante de voz gasta e carregada de sentimento (adoro). Boa companhia, música como boa companhia. Não posso ariscar ao definir um estilo, até porque não entendo disso. Mas, na minha singela percepção tosca, eu diria que é algo como Rock, Surf Music 60's e Bossa Nova. Será? Bom, só sei que eu curti e que está servindo de trilha nos finais de semana desse verão.

OBS.: Projeto paralelo que nada.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Por um template melhor

Quando retornei para essa vida de blog, eu lembro que um amigo meu havia ficado de fazer uma ilustração de uma caneca para que eu colocasse aí em cima da página. Enfim, o tempo passou e esse amigo já nem mora mais aqui. Claro, isso não o impediria de fazer a tal ilustração, mas enfim, ele esqueceu de mim, fato. Desde então esse blog vive assim, vazio e cinzento.

Quando eu assassinei o The Runaway, o que me doeu foi me desfazer do template dele. Mas como o motivo para ter matado aquele blog foi forte (na verdade não...), eu achei que nunca mais teria um blog. Até porque, convenhamos, não existe uma necessidade de se ter um blog. Porque eu faria outro blog, aliás, porque eu fiz esse outro blog mesmo? Mas não era essa questão que eu queria abordar, minha facilidade de mudar de assunto sem perceber é muito freqüente (trema?).

Não é porque conheço muitas pessoas (algumas, por favor, devem ler isso aqui às vezes) que sabem fazer coisas lindas quando o assunto é criar, que eu vou estar aqui implorando para alguém dar uma cara nova nesse blog. Longe de mim isso.


Na real, eu não teria porque ter começado esse post se minha intenção não fosse, justamente, falar isso.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Momento Amy Winehouse

Segundo o site do Terra:
Amy Winehouse encerra ano polêmico com aparência saudável.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Nathal

Esses dias um avião passou por cima da minha casa de noite, tinha luzinhas de cor de luz e uma vermelha. Minha mãe chamou a Gi:

- Gi, olha ali, o que é isso passando no céu?
- Um avião, né Vó.
- Não, eu acho que é o Papai Noel. Tem uma luzinha vermelha, diferente dos aviões.
- Vó, os aviões também têm essas luzinhas.

Quase convencida do equívoco no comentário da Vó, a Gi escuta uma música. Tipo em filme, quando entra aquele som de fundo bem baixinho.

“Natal, natal das crianças ... lalalala”

A Gi estala os olhos, segura forte na minha mão (medo), e diz:

- A Vó acertou, é ele!

Não sei da onde aquela música saiu, algum vizinho devia estar escutando ela. Mas que ela nos ajudou a despertar ainda mais a imaginação da Gigi, isso ajudou. Grata ao suposto vizinho que tocou a música na hora certa. ;]

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

- Porque não foste ao restaurante hoje?
- Enjoei da comida.
- Mas fomos apenas um dia almoçar lá.
- Fiquei com o sabor marcado, não gostei.
- E não poderia me avisar que não iria? Fiquei te esperando até agora.
- Achei que tu pudesses imaginar.
- Imaginar que não havia gostado da comida?
- Imaginar que não gosto mais desse sabor.
- E não poderia ter me avisado antes de termos combinado um almoço juntos?
- Achei que não precisaria dizer nada a ti.
- Achou que eu também deveria imaginar isso?
- Achei que estava claro isso entre nós.
- Ficou claro que não existiu um “nós”.
- Era só termos ido a outro restaurante, talvez tudo pudesse ter sido diferente.
- Seria o mesmo sabor, do que tu não gostaste.
- Mas talvez, assim, eu tivesse repetido o prato.

Ela não se despediu nem com um olhar.